Links interessantes da semana #8

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1- Lavando Louça sem produzir lixo – no Um ano sem Lixo

 

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2- A positividade e o minimalismo – no Nada de Compras

 

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3- Deixe fluir – no Desassossegada

 

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4- Seres índigos, nosso momento é agora! – no Roda do arco íris

 

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5- Sobre incertezas, riscos e felicidade – no Uma Jornada Interior

 

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6- Em tempos de incerteza, a fé na vida é nossa inspiração – no Nowmastê

 

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7- A dor da separação – no blog do Gustavo Tanaka

 

Bom final de semana pra vocês!

 

5 passos para mudar de vida

Muitas pessoas estão insatisfeitas com a vida que levam, mas não conseguem enxergar uma luz no final do túnel que as permita mudar de vida. Há pessoas cansadas do trabalho que fazem ou do relacionamento que levam mas que não sabem por onde começar para, finalmente, viver a vida que tanto desejam. Fiz uma lista com alguns itens que me ajudaram a mudar aquilo que me fazia insatisfeita. São pequenos passos que ajudam a analisar a nossa situação e a buscar maneiras de promover as mudanças que desejamos.

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1- Saiba o que você quer. Tem aquela famosa frase da história da Alice que diz que “se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”. O primeiro questionamento é: o que eu quero? A partir dele você vai conseguir desenvolver o restante do seu projeto de mudança de vida. No meu caso, queria ter mais tempo pra fazer as coisas que eu gostava, queria encontrar um trabalho que me realizasse pessoal e profissionalmente, queria viver uma vida mais simples e com menos coisas que me distraíssem. Você precisa se voltar pra dentro, se descobrir, se conhecer melhor pra saber o que você quer de verdade, e pra ver se isso não é fruto do que a sociedade nos impõe. A meditação é uma excelente ferramenta para o autoconhecimento. Silenciando a mente, você passará a ouvir o chamado do seu coração e é lá que se encontram as respostas para os nossos anseios.

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2- Levante o máximo de informações sobre o assunto. Quanto mais você souber sobre o que você deseja, melhor. Eu lia sobre pessoas que haviam mudado de vida, trocado uma carreira por outra, sobre minimalismo e desapego, sobre vida simples e sobre autoconhecimento. E nesse meio tempo eu também tentava entender mais sobre mim, sobre minhas emoções, sobre as coisas que mexiam comigo. Unindo o autoconhecimento com as experiências de outras pessoas, tive as informações necessárias que me permitiram identificar o que eu precisava fazer para mudar a minha vida.

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3- Se planeje financeiramente. Grandes mudanças requerem um certo planejamento financeiro. No meu caso, comecei com o minimalismo, que me fez focar no que era essencial pra vida que eu queria levar. Pra vida simples que eu levo hoje, basicamente não tenho sapatos de salto (que eram muitos naquela época), acessórios e excesso de roupas. Pra ser honesta, ainda tenho peças pra me desfazer!  O que eu fiz então? Doei ou vendi esse excedente. Também fiquei atenta às compras que eu parcelava no cartão de crédito e, após quitá-las, optei por deixar o cartão de crédito só para compras realmente necessárias e passei a pagar minhas compras à vista. O mais interessante é que com isso passei a pensar muuuuuitas vezes antes de comprar algo já que grande maioria das minhas compras era feita por impulso e não eram coisas das quais eu realmente precisava. Anotar todos os nossos gastos também é uma ótima alternativa, pois faz com que enxerguemos melhor pra onde nosso dinheiro acaba indo – essa foi uma dica que um professor de economia deu na época da faculdade e que acho bastante útil, pois se começarmos a fazer isso, veremos que as vezes gastamos com pequenos “prêmios” pra nós mesmos, que acabam nos afastando do nosso objetivo maior.

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4- Estabeleça pequenas metas. Nunca fui uma pessoa muito organizada nesse aspecto, mas depois que li o livro Quanto menos, melhor do Leo Babauta, minha concepção de organização mudou. Sempre achei que isso era “burocracia” demais, mas na verdade isso só nos ajuda a visualizar melhor o que precisa ser feito. Estabelecer pequenas metas (semanais, mensais, semestrais) e criar uma espécie de cronograma para realizá-las, vai fazer com que, a cada dia, possamos estar mais próximos de atingir nossos objetivos.

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5- Dê um passo de cada vez. As vezes quando nos empolgamos demais com algo, tendemos a nos atropelar seja com excesso de informação ou com excesso de ação. Portanto, depois de estabelecer as suas metas, realize uma por vez. Esteja consciente e presente no que estiver fazendo e faça-o até o final. Cada etapa – e sua concretização – é essencial nesse planejamento. Se adiantamos uma parte, a outra fica comprometida. Esse é um belo exercício de paciência, afinal, queremos muito poder desfrutar daquilo que sempre sonhamos em ter ou viver, não é mesmo? Mas é preciso ter calma! Seguindo cada um dos passos, seu objetivo se atingirá mais rápido do que você imagina! Decidir mudar é o primeiro passo e eu o considero metade do caminho. O restante é manter o foco no objetivo e, diariamente, fazer o que for necessário para realizá-lo.

Links interessantes da semana #7

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1- Como saber se as roupas que você compra provêm de trabalho escravo – no Papo de Homem

 

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2- De quanto você precisa para ser feliz? – na Carta Capital

 

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3- Como se reconectar com a natureza através de uma trilha meditativa – no Jardim do Mundo

 

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4- 10 filmes espiritualistas que vão te fazer sentir e pensar –  no A soma de todos os Afetos

 

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5- O que a amizade tem a nos ensinar sobre relacionamentos afetivos – n blog do Sri Prem Baba

 

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6- Reconheça sua raiva e tire proveito disso – no Nada de Compras

 

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7- Faça as pazes com sua vida pessoal e profissional – no Vida Organizada

 

Bom final de semana pra vocês!

O que aprendi pedalando

Há 2 anos resolvi comprar uma bicicleta, ideia do Marcelo. Não lembro ha quanto tempo eu não pedalava, mas acabei empolgando com a ideia e resolvi investir. Alguns amigos meus já tinham uma bike e vi nisso uma oportunidade de me exercitar e conhecer novos lugares.

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Primeiro pedal em dezembro de 2014

Fui tomando gosto pela coisa, até que resolvi fazer a peregrinação do Caminho da Fé, em abril de 2015, meio que sem noção do que me aguardava: um trajeto sofrido e três dias com um misto de emoções que nem sei explicar. Foi duro, muito duro mesmo. Com pouco condicionamento, haviam subidas em que só me restava empurrar. Mas cheguei.

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Na catedral de Aparecida, aproximadamente 270km

Aí o primeiro aprendizado

1- Todo morro tem seu começo e seu fim. Se ao me deparar com um morro grande eu apavorar e ficar ansiosa pra subi-lo logo de uma vez, não vou dar conta. Aprendi que o segredo é estar presente em cada pedalada, em cada respiração. Assim, focada no agora, nem me assusto mais com o seu tamanho e respeito meu tempo e meu condicionamento. E isso tem tudo a ver com enfrentar as dificuldades do nosso dia a dia. Com calma, paciência e presença, aquele PROBLEMÃO que criamos na nossa cabeça e nos fez sofrer por antecipação, se resolve mais facilmente do que a gente imagina.

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Ufa, descanso depois da subida!

2- As pessoas são muito receptivas com ciclistas. Pedalo basicamente na zona rural e é muito bacana como as pessoas passam sempre acenando, desejando bom dia/boa tarde. As vezes param pra conversar. Lembro de um dia que estávamos indo pra Borda da Mata, passamos e cumprimentamos um senhor, ele nos chamou e nos ofereceu biscoitos.

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Ganhar comida =  melhor coisa

3- Fazemos muitas amizades. Perdi as contas dos amigos que fiz pedalando. Homens, mulheres, crianças, pessoas mais velhas… É muito legal com o ciclismo conecta as mais variadas pessoas. Todo mundo conversa, combina de pedalar e é MUITO gostoso! Fiz grandes amizades através do pedal.

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4. Estar constantemente em contato com a natureza faz um bem enorme. Essa é sem dúvidas a minha parte preferida. Sempre gostei de mato/natureza mas tenho até vergonha de dizer que pouco conhecia da zona rural aqui da cidade. Fui conhecer todas essas maravilhosidades depois de adquirir a bicicleta. E vejam só: minha bicicleta não é nenhuma top de linha, é das mais simples, por assim dizer, mas rodou mais de 3.000 km e me permitiu ter experiências incríveis. Foi, sem duvida, um dos melhores investimentos que já realizei, que me proporciona qualidade de vida e momentos inesquecíveis.

O mais importante é ter vontade. A”indústria do entretenimento” nos faz pensar que precisamos da bicicleta mais cara e demais supérfluos, mas as únicas necessidades REAIS são uma bicicleta, equipamento de segurança (lanterninha traseira, capacete)garrafa de água pra não desidratar. Ademais, só precisamos de vontade!

Ontem estava pedalando no final do dia, sol alto e a estrada empoeirada. Os carros passam correndo, mesmo na estrada rural. Eis que depois de um caminhão tacando poeira na minha cara registrei isso:

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Pedalar me ajuda a organizar as ideias, me traz uma paz enorme, me faz exercitar a presença, faz bem pro meu corpo, pra minha alma, pro meu ser. É uma benção. Recomendo pra todo mundo. Pedalar mudou a minha vida!

Links interessantes da semana #6

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1- Um passo de cada vez – no Simples Propósito

 

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2- Expresse sua essência – no Nowmastê

 

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3- Você é capaz de lidar com dificuldades – no Nada de Compras

 

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4- Você é prisioneiro dos seus preconceitos – no Desassossegada

 

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5- Relaxe: nada está sobre controle – no Uma jornada Interior

 

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6- Alimentação Alcalina – no Jardim do Mundo

 

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7- 11 sinais de que você está vivenciando um despertar espiritual – no Resiliência Mag

 

Bom final de semana!

 

 

A harmonia da natureza

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Ontem visitei um amigo cuja família gosto muito. Eles vivem num sítio, tem uma vida muito leve, simples, do jeito que eu admiro imensamente. O pai, seu Mario, tem uma sabedoria imensa, uma fala mansa e vê a beleza e a poesia em todas as coisas. Admiro que o fato de trabalhar diariamente na roça, ao invés de endurecê-lo, fez justamente o contrário: tocou sem coração e fez dele um homem sensível e conectado com a natureza.

Numa das nossas conversas, enquanto observávamos algumas árvores, ele falava sobre como a natureza é harmônica. Foi mostrando as variedades de plantas, flores, árvores, cada uma com sua beleza e particularidades e nos disse que ali todas viviam de forma equilibrada. Nenhuma delas estava atrapalhando a outra, brigando com a outra, incomodada ou julgando o jeito que a outra era. Cada planta ali simplesmente “era”. Na natureza as coisas simplesmente são. Estão ali, o tempo todo sendo.

Fiquei pensando em como isso faz todo sentido e como pra gente é difícil simplesmente ser ou deixar que o outro simplesmente seja quem ele é. Tenho uma certa dificuldade em lidar com pontos de vista diferentes do meu, em não julgar o que eu acho que não vai de acordo com o que eu penso e isso é algo que venho trabalhando há um longo tempo, com melhoras pequenas. É difícil respeitar que cada pessoa tem um tempo, que cada um entende as coisas baseado nas suas experiências. Mas juro que tô tentando.

Vejo a natureza como nossa grande mestra. Acredito que nela estão contidos todos os ensinamentos necessários para que vivamos de forma mais harmônica com todos as formas de vida… E essa reflexão que ele fez realmente me tocou. Acho que era exatamente a coisa que eu precisava ouvir pra poder entender melhor a importância de deixar cada pessoa ser como ela é. Isso não significa que estou concordando com o que ela pensa ou faz, mas que respeito seu ponto de vista e que isso não me tira a calma. Experiências como essas, na simplicidade do falar e repletas de significados profundos só me dão mais certeza de que estar na natureza é o que realmente precisamos para viver em paz com tudo e com todos.

Links interessantes da semana #5

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1- A liberdade de poder sair do emprego – no Minimalizo

 

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2- O que significa um produto feito de maneira ética? – no Living Slow

 

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3- Menos é mais e o minimalismo que abraça – no Hoje vou assim OFF

 

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4- Para aquietar a mente – no blog Cultura da Paz

 

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5- Medite e Higienize a mente – no folha de Pernambuco

 

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6- Como conduzir as crianças no caminho do amor – no blog do Sri Prem Baba

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7- O mundo se move para sua próxima fase – no Trabalhadores da Luz

 

Bom final de semana!

Estamos mudando

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Não é de hoje que uma forte mudança vem acontecendo em níveis individuais e coletivos. As pessoas estão despertando do transe em que estão/estiveram mergulhadas por muitos e muitos anos, tomando consciência da nossa conexão com tudo e com todos, descobrindo a si mesmas, focando nas coisas que realmente importam. É uma revolução fantástica, mas bastante dolorida também.

Em 2013, quando essa mudança começou a acontecer na minha vida foi tudo difícil demais. Tudo estava indo ok até que comecei a ter crises de síndrome do pânico e comecei a questionar tudo, a minha forma de viver, quem eu era, o que eu queria. Aí tudo desmoronou de uma vez. Um tsunami que estava levando embora todas as minhas “certezas”, me deixando sem chão e sem rumo.

Como é difícil aceitar que certas mudanças precisam acontecer! Eu, que sempre fui o tipo de pessoa que gosta de tudo com uma rotina esquematizada, planejada, me vi sem saber o que fazer ou qual passo tomar de agora em diante. E vejo hoje muitas pessoas também se sentindo assim: perdidas, sem rumo, sem saber o que fazer. Nesse EXATO momento eu me sinto assim em se tratando da minha vida profissional: não sei o que eu quero/preciso fazer. Mas também já entendi o lance: silenciar a mente, me dedicar à meditação, estar em contato com a natureza.

Já entramos num novo tempo e uma mudança se faz necessária. Sabe quando nos sentimos desconfortáveis com o que somos no momento e sabemos que na realidade não somos assim, mas que fomos moldados pra ser assim? Pois é. É esse o lance. A escritora Ingrid Cañete, autora de livros sobre os índigos, postou semana passada na sua página:

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Nesse momento em que estamos perdidos, queremos respostas rápidas para todas essas novas questões que nos afligem, mas enquanto estivermos rejeitando a mudança estaremos mais e mais distantes de consegui-las. Aceitar que transformações são necessárias e fazem parte da nossa vida, tornará o processo menos doloroso  – mas não mais fácil, por que de fato, não é. É bem doloroso, na verdade. Mas depois que o pior passa e vemos que sobrevivemos a tudo o que imaginávamos não suportar, quando compreendemos que toda a dor vivenciada no processo valeu a pena por nos levar a um novo patamar, onde nos reconectamos com nosso ser, onde tudo começa a fazer mais sentido, a gente começa a ver que mudar de caminho era crucial para que pudéssemos ser, de fato, o que fomos feitos pra ser.

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