Links interessantes da semana #37

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1- Limpeza energética da residência – no Sétima Dimensão

 

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2- Quantos anos tem os objetos da sua casa? – no Viver sem Pressa

 

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3- A minha avó e seus hábitos ecológicos – no A Felicidade é o Caminho

 

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4- O lado perverso da felicidade digital – no Ainda mais Feliz

 

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5- Você quer ter sempre paz ou razão? – no Minimus Life

 

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6- Vídeo polêmico mostra crianças sendo convidadas a matar animais para comer – no Vista-se

 

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7- Faço parte dos outros 53%. E você? – no Obrigada, estou apenas olhando

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Links interessantes da semana #36

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1- Valorize o Simples – no Simplicidade & Harmonia

 

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2- Ideias de presentes para um natal lixo zero – no Um ano sem Lixo

 
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3- Por que eu me transformei? – no Sétima Dimensão

 

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4- Procura-se compaixão, empatia e amor no Doce Cotidiano

 

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5- O que temos x o que precisamos – no Roupa Livre

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6- Vai com medo mesmo – no Nowmastê

 

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7-O que aconteceria se a alimentação vegana fosse adotada em todo o mundo – no Nexo

 

Bom final de semana!

 

Sigo aprendendo

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A vida é uma grande escola. Todo dia um novo teste. Inclusive, algumas repetições de lições pra ver se a gente realmente aprendeu com os erros, o que nos faz ver que as vezes pensamos que mudamos, até mentimos pra nós mesmos e na realidade continua a mesma coisa, com sutis modificações.

Nesses últimos meses tantas coisas tem vindo a tona sobre mim mesma… Já falei disso nos últimos posts, mas é que realmente tem sido uma fase onde tenho lido bastante, estudado e me dedicado pra entender as coisas que acontecem na minha vida, erros que se repetem, coisas boas… Enfim, um período de revisões e de traçar novos planos.

Sempre tive a “mania” de querer ajudar as pessoas. E sei que isso é muito legal, muito nobre, reconheço. Porém, é uma coisa que na maior parte das vezes mais me desgasta do que me faz sentir útil. Lembro que desde a época da escola as minhas amigas vinham se aconselhar comigo e eu sempre fui aquela amiga pra qual você poderia ligar de madrugada que te atenderia. Só que com o passar dos anos a gente vai vendo que a balança acaba pendendo demais pro lado de lá: você se doa, ajuda, mas não tem reciprocidade. Não que eu faça algo esperando reconhecimento. Eu faço isso por que eu realmente gosto de ajudar. Só que chega um ponto em que não dá pra continuar dando e não recebendo nada em troca. Juro, não meço esforços para ajudar quem me procura, mas estou entendendo (e decidindo colocar em prática pela milésima vez) que não dá pra ficar onde não existe reciprocidade. Pra mim amizade é algo que naturalmente engloba reciprocidade. Se não, é coleguismo. E aí a vida nos faz passar uma peneira + pente fino em certas amizades.

Mais uma coisa: desapegar das pessoas. Finalmente estou conseguindo me desapegar de pessoas. Que libertador! Que maravilhoso é poder compreender que o fato de uma pessoa ter sido importante numa fase da nossa vida (e por isso somos gratos a ela) não significa que precisamos manter um contato forçado. Tá tudo bem deixar a pessoa seguir a vida dela e você também seguir a sua. Não precisa ficar brigado nem nada, mas não precisa fingir um vínculo que não existe mais. FANTÁSTICO.

Mas voltando à questão anterior: eu já tinha cometido um erro, disse que não tornaria a repetir e adivinhem? Lá fui eu mais uma vez fazer o papel de trouxa resolvendo problema pra uma pessoa que me deixou na mão com a batata assando.

Uma das coisas que decidi também é não fazer papel de vítima, algo que fiz a vida toda. Sempre fui muito dramática, achando que tudo e todos estavam contra mim. “Ó vida dura e cruel!” Isso também foi tão fantástico por que me fez entender que certas coisas não são minha culpa e que ficar nessa posição de vítima só vai me colocar numa vibração baixa e atrair tudo o que está nessa frequência. Não tô me vitimizando nesse caso, tanto que nem comentei com ninguém a respeito, mas eu compreendi que eu mesma estou me colocando nessa situação resolvendo coisas que a própria pessoa deveria resolver. Preciso entender que eu posso sim, ajudar a pessoa, mas não resolver o problema por ela. O problema é dela. Isso é ela que precisa fazer.

Não é fácil desapegar de algo que você foi a vida inteira! Mas também não tem sentido sempre se indispor consigo mesmo para ajudar ou agradar outras pessoas. Já postei um trechinho aqui de um livro falando sobre amor próprio e finalizo essa postagem com ele:

Só faremos felizes os outros na medida em que nós mesmos o formos. A única maneira de amar realmente o próximo é reconciliando-nos com nós mesmos, aceitando-nos e amando-nos serenamente, Não podemos esquecer que o ideal bíblico sintetiza-se em amar o próximo como a si mesmo. A medida, portanto, é o si mesmo e, cronologicamente, o eu mesmo vem antes que o próximo. Já é um ideal altíssimo chegar a preocupar-se com o outro tanto quanto consigo mesmo. Então, é por aí que precisamos começar.

Sofrimento e paz (para uma libertação pessoal) de Inácio Larrañaga

Links interessantes da semana #35

Sucesso

1- Quem eu queria ser pra mim no Simplicidade & Harmonia

 

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2- Você é feliz? no Nada de Compras

 

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3Minimalismo: economizando tempo ou espaço? – no Minimus Life

 

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4- Substituir pessoas sem curar o coração não é seguir em frente, mas sim trocar de problema no Resiliência Mag

 

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5- Planner de 2018 pra baixar – no Não me mande flores

 

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6- Comer de forma intuitiva – no  Eu Vejo

 

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7- A dura verdade sobre a felicidade na sociedade moderna – no Hypeness

 

Bom final de semana!

 

Minimalismo e dinheiro

Oi gente. Tô até sem jeito por que em cada post que eu escrevo eu falo que estou retomando a escrita e acabo deixando o blog sem postagens. Não desistam de mim, por favor. Devagar eu volto! Rs…

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Bom, hoje queria falar sobre a questão do dinheiro no minimalismo. Não sei qual foi a reação de vocês assim que conheceram o minimalismo e a vida simples, mas eu peguei uma certa aversão ao dinheiro, comecei a vê-lo como algo negativo. Só agora, 4 anos depois, nessa jornada de encontrar o caminho do meio, é que estou finalmente entendendo que não é esse o caminho. Que o dinheiro, na verdade, tem uma energia neutra e que a forma como faço uso dele é que tem uma conotação positiva ou negativa.

Dinheiro é uma energia necessária na nossa sociedade. Precisamos dele pra nos nos alimentar, nos vestir, realizar nossos sonhos, viajar… E essas são coisas que eu não quero deixar de fazer, é claro, mas que precisam do dinheiro como moeda de troca. Além disso, com dinheiro eu posso ajudar causas que acredito, posso ajudar pessoas, posso apoiar projetos. Na realidade acho que fui extrema demais. E nesses insights que venho tendo, que me mostraram uma necessidade de me equilibrar, pude compreender que todos os setores de minha vida necessitam de um ponto de equilíbrio: os relacionamentos, as finanças, o trabalho, o voluntariado… Porque uma coisa desequilibrada vai fazer com que eu sacrifique outra.

Por que demorei tanto pra compreender isso? Não sei, só sei que finalmente consegui captar essa mensagem.

Mas a parte mais difícil está sendo desconstruir essa crença de escassez que eu mesma criei/construí. Eu posso viver de forma simples, eu posso falar de minimalismo e vida consciente, eu posso e vou continuar escrevendo sobre consumo consciente, sobre comprar o que precisamos, sobre reutilizar, que nada disso tem necessariamente a ver com escassez. Mas só agora eu pude olhar essa questão com outros olhos. Que bom. Sempre é tempo de aprender e de mudar.

Sigo aqui no meu: construir, desconstruir, reconstruir, até encontrar aquilo que preenche meu coração e que faz sentido na minha caminhada. Me contem como foi pra vocês ou como é a questão de lidar com o dinheiro! Vamos compartilhar nossas experiências!

Links interessantes da semana #33

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1- Espiritualidade de Shopping – no Fator Quântico

 

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2- Rico é quem precisa de menos – no Viver sem Pressa

 

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3- Sobre não gastar dinheiro e aprender a ter o suficiente – no Repete Roupa

 

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4- Qual é a sua base? – no Nada de Compras

 

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5- Entrego, confio, aceito e agradeço – no blog da Camile Carvalho

 

Sandglass

6- Mindfullness – no Simplicidade e Harmonia

 

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7- Desejo, necessidade e vontade – no Minimus LIfe