Links interessantes da semana #27

Oi pessoal! Seguimos com mais uma linkagem! Semana bem corrida por aqui e portanto não consegui parar pra sentar e escrever, embora muitas reflexões estejam acontecendo dentro desta cabecinha… Esses eclipses estão mesmo mexendo com tudo! Rs… Mas vamos lá:

 

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1- A importância da autoaceitação – no Uma jornada Interior

 

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2- Uma conversa sobre envelhecimento – no Repete Roupa

 

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3- O inverno, os eclipses e o esvaziamento necessário – no blog da Camile

 

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4- Por que a cada dia mais pessoas se interessam pelo minimalismo? – no Living Slow

 

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5- Como é ser vegana e favelada – no Sim, sou vegana e feminista preta!

 

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6- Há pessoas que são possibilidades, outras aprendizagem – no Contioutra

 

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7- Campanha mostra como uma simples mudança de deixar e usar canudos pode fazer tanto pelas vidas futurasno Hypeness

 

Bom final de semana!

 

 

Links interessantes da semana #26

Os links da semana também voltaram! 🙂

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1- Multipotencialidade: o que é? – no Aldeia

 

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2- Como orgulho e vaidade impedem seu crescimento? – no blog do Sri Prem Baba

 

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3- Lentes que enxergam o mundo – no Nowmastê

 

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4- O documentário Cowspiracy ou porque não dá mais pra continuar comendo carne – no Um ano sem Lixo

 

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5- Ignorância seletiva – no Simplicidade e Harmonia

 

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6- Simplicidade voluntária – no Um Jornada Interior

 

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7- Sexo não vende mais. Ativismo vende – no El Coyote

 

Bom final de semana pra vocês!

Reflexões de cá

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Ipê lindo aqui na praça de Congonhal

 

Em alguns períodos da minha vida preciso de uma certa “reclusão”, de amadurecer algumas ideias, analisar a forma como eu venho vivendo, rever alguns conceitos, me permitir abandonar coisas que já não se adequam ao que quero viver/ser e me abrir para novas possibilidades. Esses últimos tempos estão sendo bem assim.

Já tem um bom tempo que ando insatisfeita com o modo como ando muito “relaxada” em certos aspectos. Com esse relaxada, entendam por relapsa, indisciplinada, procrastinadora… Tô muito assim. E sei que se eu quero fazer as coisas, se quero atingir qualquer que seja o objetivo que desejo, sou EU quem precisa agir e fazer as coisas acontecerem. Como sempre fui uma pessoa que, embora bastante proativa e despachada pra fazer as coisas, ainda prefira ficar mais nos “bastidores” e ser guiada pelos outros, cheguei a conclusão de que esse comportamento não me cabe mais.

Ano passado sai do meu emprego formal e desde então a fotografia vem sendo a minha principal fonte de renda. Só que não sei se quero trabalhar com ela em tempo integral, fazer com que ela seja o meu foco. Fotografar eventos nunca foi algo que eu gostei, mas tenho feito alguns ultimamente por causa do dinheiro… Gosto mesmo é de ensaios, onde posso exercitar mais a minha criatividade, criar uma conexão mais profunda com as pessoas que estão sendo retratadas… Então tô nesse dilema de não saber que rumo tomar. Por isso ando mais quieta, desmotivada e por isso acabei deixando esse espaço que gosto tanto de lado.

Cheguei então à conclusão de que eu preciso tomar as rédeas da minha vida, de que preciso confiar mais nas minhas habilidades, no meu potencial… Não sei se vocês já passaram por algo parecido, mas eu sou muito crítica comigo mesma. Questiono demais se tudo o que eu consegui até aqui não foi pura sorte e queria até partilhar com vocês um vídeo da Jout Jout que exprime exatamente como eu me sinto:

 

Depois que vi esse vídeo comecei a pensar que poxa, eu tenho minhas habilidades e talentos e que o fato gostarem da pessoa que eu sou, do que eu faço, das minhas ideias, é porque eu sou sim uma pessoa bacana. Por que então é tão difícil pra gente enxergar as nossas qualidades? Eu tenho muita dificuldade nisso. Acho que é porque eu convivo muito comigo mesma e sei dos muitos defeitos que tenho… Mas ok, quem não tem defeito? E quem não tem qualidade? Preciso entender que ninguém é só defeito e nem só qualidade e que se eu não gosto dos meus defeitos, posso ver neles uma oportunidade de me aprimorar e ser uma pessoa melhor.

Além disso outras questões me fizeram pensar na minha maneira de querer agradar todo mundo, de me preocupar demais com o que pensam de mim, de querer ajudar todas as pessoas e no final me lascar e me prejudicar só pra querer ser uma pessoa “boa” (sendo que na real tô sendo é BOBA)… Esses dias tomei um prejuizão financeiro de uma pessoa que quis ajudar, de muito boa fé. Isso me fez me tocar que preciso aprender a falar mais nãos. Claro, não vou deixar de ajudar as pessoas, mas preciso estipular um limite onde eu não saia prejudicada. Conversando com uma amiga ela me disse algo que me fez pensar muito sobre: “é ego”. Fez mesmo muito sentido o que ela disse. Fiquei matutando muito isso dentro de mim, assimilando e vi que isso tem a ver com querer ser o centro das atenções. Então, tô tentando desapegar de muitas coisas, delegar mais, deixar com que os outros sejam mais independentes de mim. Continuo achando que devemos ajudar sempre que possível, mas até o ponto em que não sejamos prejudicados com tal ajuda.

Depois minha querida amiga Maiara me falou algo que fez muito sentido em se tratando da dureza que eu tenho para comigo mesma: no meu projeto de fotografia feminina, eu tenho como objetivo fazer com que as mulheres se olhem com mais amor e carinho, se aceitem mais. Só que eu mesma sou extremamente dura e crítica comigo mesma. Em todos os sentidos possíveis. Como que eu prego uma coisa e quero essa coisa pros outros sendo que não consigo isso pra mim? Li um trecho num livro esses dias que faz todo sentido. Olha só:

Só faremos felizes os outros na medida em que nós mesmos o formos. A única maneira de amar realmente o próximo é reconciliando-nos com nós mesmos, aceitando-nos e amando-nos serenamente, Não podemos esquecer que o ideal bíblico sinteza-se em amar o próximo como a si mesmo. A medida, portanto, é o si mesmo e, cronologicamente, o eu mesmo vem antes que o próximo. Já é um ideal altíssimo chegar a preocupar-se com o outro tanto quanto consigo mesmo. Então, é por aí que precisamos começar.

Sofrimento e paz (para uma libertação pessoal) de Inácio Larrañaga

Esse livro me encontrou essa semana, justamente nesse eclipse de segunda que propõe deixar coisas pra trás e se renovação. Foi o sinal que eu recebi de que é nesse caminho que devo seguir: de olhar pra eu mesma com mais amor e carinho, de ter mais disciplina, autonomia, confiança, determinação. Deixo pra trás a Bruna com medo, insegura, sem confiança e abro espaço para essa nova Bruna brilhar. Eu determino que assim é e assim será.

Que seja um ciclo novo pra todos nós!

beijos!

Livro: Picos e Vales

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Fiquei muito feliz com as partilhas de vocês sobre o momento em que estão passando, sobre as dúvidas que também pairam sobre vocês sobre qual caminho seguir, sobre o que fazer. Aprendi e venho refletindo muito sobre tudo o que disseram. Acredito que quando a gente divide nossas experiências, acaba ajudando mais pessoas que também estão passando por coisas parecidas. Isso é muito bacana e nos faz ver que não estamos sozinhos nessa jornada de autoconhecimento que as vezes é bastante árdua.

Bom, escrevi aquele texto no domingo a tarde e postei. Depois disso recebi um e-book de uma amiga chamado “Picos e Vales”, do Spencer Johnson. Sentei pra ler e li de uma vez, fazendo algumas anotações do que achei ser pertinente. É um livro muito bacana, com ensinamentos a respeito de como lidar melhor com esses altos e baixos que são inevitáveis nas nossas vidas, afinal, tudo é cíclico e fala sobre como fazer com que os picos durem mais tempo (os momentos em que as coisas estão boas) e como sair dos vales (especialmente quando a gente se encontra estagnado, sem ideia nem forças para tomar decisões de qual caminho seguir).

Senti que foi um presente que o universo me mandou através da Thaísse, a amiga que me mandou esse livro para que eu possa ver que as coisas podem melhorar e que só depende de mim. Fala muito sobre a questão da auto-responsabilidade, de como a decisão de mudar e melhorar cabe a nós. Sei que tem épocas em que a gente realmente não consegue enxergar uma saída para o momento em que estamos vivenciando, mas acredito que essa leitura e os ensinamentos que o livro propõe poderão nos ajudar muito.

No final dele, há um resumo das lições ensinadas. Ainda não fiz isso, mas vou escrever todas essas lições, colar no meu quarto (seja na porta do guarda-roupa ou mesmo na parede ou mural) para, sempre que as coisas não estiverem muito boas eu poder ler e retomar o fôlego para continuar nesse aprendizado contínuo que é a nossa existência.

Quem quiser baixar o livro, ele está disponível nesse link. Espero que gostem e que ele lhes possa ser útil assim como está sendo pra mim! ❤

Links interessantes da semana #25

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1- Curso com tudo o que você precisa saber- sem romantizar – a vida Alternativa – no Hypeness

 

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2- O que você precisa saber para ter uma guarda-roupa sustentável – no Plata o Plomo

 

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3- Como vencer o espírito de desânimo e procrastinação – no Despertar Coletivo

 

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4- E o caminho profissional, como está? – No Uma jornada Interior

 

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5- Ninguém passa na nossa vida por acaso – no Hora de mudar

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6- Considerações sobre uma vida minimalista – no Vida Minimalista

 

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7- Use o mínimo de tempo possível dos outros – no Viver sem pressa

As coisas por aqui

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Foto que tirei num dos meus pedais

Já tem cerca de 4 anos que estou nessa jornada de viver de forma mais simples. Pra quem não lembra, tudo começou em 2013, com minhas crises de ansiedade que culminaram em ataques de pânico. Com eles, uma reflexão sobre a forma como eu estava vivendo e gastando tanto meu tempo quanto meu dinheiro. Veio também o projeto de ficar um ano sem comprar nada como uma forma de refletir sobre meus gastos, rever meus conceitos e aproveitar todas as coisas que eu já tinha, questionando o que diariamente nos é imposto: “COMPRE”.

Nesses quatro anos muita água passou por debaixo da ponte que caminho. Aprendi e desaprendi muita coisa, descobri novos caminhos, novas possibilidades. Mudei de vida e quem me acompanha desde aquela época também leu por aqui sobre tais mudanças.

Li muito sobre viver fora do sistema e é um assunto que me fascina. Como ser independente dos bens e serviços que usamos indiscriminadamente hoje? Porém, depois de muito ler e refletir, penso que talvez não seja possível ser 100% livre. Ainda dependemos de muitas coisas, e tento não ver isso como uma coisa “errada”, pois essa palavra borbulha na minha cabeça sempre e é algo que me bloqueia pra muitas coisas. Enxergar o dinheiro como algo “ruim” ou “errado” é uma crença que me impede de muitas coisas, por exemplo. Se tem algo que venho aprendendo nesses anos é: como posso me relacionar melhor com o dinheiro? (Essa é uma questão que me aflige demais). Nós precisamos de dinheiro pra comprar coisas, então, como posso me relacionar bem com a sua energia?

Venho tentando me equilibrar mais, sem querer viver uma coisa muito “extrema”. Não gosto de usar essa palavra mas acho que é a que pode expressar melhor a maneira como eu me sinto. Meu ponto então é: como eu posso trabalhar aliada ao meu propósito, recebendo um dinheiro que me permita realizar as coisas que sonho? Como realizar um trabalho que possa ser útil não só pra mim (me beneficiando monetariamente) mas também para as outras pessoas, algo que as ajude de alguma forma?

Esse é meu dilema.

Penso nisso todo santo dia.

Morar no interior e ter um custo de vida pequeno, além de ter minha casa própria (da minha mãe, aliás!), é algo que facilitou muito essa escolha que fiz de ser autônoma. Mas ser autônoma também significa que não posso contar com um dinheiro x no final do mês. É tudo muito incerto. E incerteza é algo que me deixa bastante desconfortável e que as vezes tira as minhas forças, meu foco, meu prumo. É algo que venho trabalhando faz tempo mas que ainda me aflige.

Apesar de tudo de bom que estou vivendo, me sinto bastante perdida em relação a minha profissão. Alguém mais está passando por algo parecido? Se sim, partilhem aqui comigo! Trocando experiências a gente pode se ajudar, né?

 

Ps. Acabei de ler esse texto que fez MUITO sentido sobre tudo isso que escrevi aí em cima

 

 

 

Links interessantes da semana #24

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1- Como manter o foco em uma atividade por vez? – no Vida Minimalista

 

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2- A Cristal conta por que parou de usar sabonete pra lavar o rosto – no Um ano sem Lixo

 

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3- Como viver devagar em uma sociedade rápida – no Slow Living

 

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4-  O ruído é uma escolha – no Simples Propósito

 

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5- A escalada – no Uma jornada Interior

 

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6- O consumo na era dos blogs de moda – no Repete Roupa

 

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7- Antes de amar o corpo que tal aceitar o corpo? – no Oficina de Estilo

 

Bom final de semana!