Menos comparações, por favor!

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Por que diabos insistimos em nos comparar com outras pessoas? Seja com aquela amiga alta e magra, (cujo biótipo é totalmente diferente do nosso) com aquele colega de trabalho bem sucedido (e começamos a nos perguntar porque ele consegue tanta coisa e a gente não?), com aquela outra amiga que ganha super bem (mas também trabalha MUITO)… Enfim, não nos damos conta de que esse tipo de comparação só nos faz mal.

Gosto MUITO de um pensamento do John O’ Callaghan que diz:

You will be the only you to ever live on this planet. How fucking rad is that? So don’t be afraid to be yourself. Fuck what people think of you. Take advantage of being unique and stay true to who you really are.” Algo como “Você será o único ‘você’ nesse planeta. Tem ideia do quão incrível é isso? Então, não tenha medo de ser você mesmo. Foda-se o que os outros pensam sobre você. Tire vantagem de ser único e seja fiel a quem você realmente é.”

Se temos ciência de que somos pessoas únicas – nossa digital está aí pra provar – e vivemos experiências particulares, viemos de famílias com valores, crenças e histórias que, por mais parecidas que sejam com as de outras pessoas jamais serão as mesmas, por que insistimos em nos comparar com outras pessoas? Com a beleza, os bens, a vida que elas tem? Não só no sentido de queremos ser como outras pessoas, mas quantas e quantas pessoas tem sua subjetividade sequestrada (vide Quem me Roubou de Mim), especialmente nos relacionamentos,  passando a viver em função do outro, de seus gostos, de seus projetos, e esquece que nossa vida é única, que somos singulares?

Já perceberam que quando nos aceitamos, com nossos defeitos e qualidades e não nos sentimos na obrigação de agradar os outros,  parece que tiramos um peso dos nossos ombros? Quando tomamos consciência da brevidade da nossa vida e passamos, de fato, a fazer as coisas que gostamos, a criar metas para atingir nossos sonhos, a tirar da nossa vida aquilo que nos faz mal (e por que não aqueles?) , viver se torna mais tranquilo e leve.

A auto aceitação é um passo essencial para a auto realização. Quando a gente é a gente mesmo, de alma limpa e coração aberto, sem vergonha e sem medo dos julgamentos alheios, a vida ganha outra cor e por que não, outros rumos? Hoje me aceito muito mais do que antigamente. É claro que não devemos nos acomodar –  a evolução é essencial em nossas vidas – mas mudando o que podemos (posso ser mais paciente, mais animada) e relevando  o que não dá pra mudar (sou baixinha, não dá pra crescer mais!) minha vida parece que se tornou muito mais gostosa de viver.

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