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Acho a generosidade uma das qualidades mais bonitas do ser humano. Poder partilhar o que a gente tem seja dinheiro, seja alimento, seja um minuto de atenção, é um gesto tão bacana!

Esses dias, no grupo de debate do site Vida Minimalista, foi questionado em um tópico em que área de nossas vidas não podemos ou devemos ser minimalistas. Pois bem, na minha opinião é na área dos nossos sentimentos, especialmente o amor. Quando mais amor, melhor. Ninguém perde em dar amor aos outros. E não é só o amor eros, ou o amor entre amigos e família, mas o amor em uma condição maior: a caridade e o respeito. Se você respeita o outro com todas as suas diferenças, defeitos e qualidade, você o ama. Amar o próximo como a si mesmo não significa que tenhamos que ser falsos, fingindo uma coisa que não sentimos (afinal, é complicado “amar” uma pessoa que nos fez mal de alguma maneira) , e sim, respeitar esse alguém apesar de tudo o que ele nos fez. Pra isso a gente precisa evoluir como ser humano, saber das limitações nossas e das dos outros. Não é fácil, mas é algo a ser exercitado todos os dias.

A caridade, a preocupação com o outro, o cuidado, o carinho são gestos aparentemente simples mas cheios de significado. Quando falamos de caridade logo pensamos em doações de roupas,alimentos, objetos e dinheiro, mas ela é muito mais do que isso. Ser caridoso é reconhecer a dificuldade do outro e fazer algo para ajudá-lo. Acho sensacional poder ajudar uma pessoa de alguma maneira, bem como também ser ajudado. E olha, tive a sorte de encontrar em meu caminho pessoas generosas e caridosas que doam um pouco de si por mim. Em um mundo cheio de problemas, onde algumas pessoas tem atitudes tão desumanas, tão absurdas, é bom saber que existem pessoas de bom coração, que se preocupam com os outros sem querer nada em troca, sem desejarem ser beneficiadas de alguma maneira.

Já fiz coisas que pra mim pareciam tão pequenas, mas que para outras pessoas tiveram um significado enorme. Vejo isso especialmente nas pessoas mais simples com as quais tenho convívio. Esses dias mesmo fiz uma coisa tão simples pra mim, mas que ajudou de uma maneira muito grande um grupo de pessoas, e poder receber delas essa gratidão é algo que dinheiro algum nesse mundo poderia pagar.

Enfim, acho que a gente nunca perde em se doar pelos outros. Em ser gentil, em estender a mão, o ombro e o colo pra quem precisa da gente. Quando fazemos algo de coração aberto, Deus (ou o universo, se preferirem) se encarrega de devolver o bem que a gente espalha.

Termino essa reflexão com um trecho de um livro que estou lendo chamado “Deus falou comigo”:

“As lições que você aprendeu e aprende o tempo todo ao longo desse caminho espiritual que vivencia, devem ser passadas adiante e largamente utilizadas”.

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