A liberdade de ser quem a gente é!

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Imagem: Google

Ao longo desse meu processo de mudança para uma vida mais simples, tenho pensado muito sobre a liberdade e tenho me libertado de muita coisa que me prendia a algumas situações e pessoas. Costumamos ser críticos demais com a gente mesmo. Claro que precisamos de seriedade em alguns aspectos da vida, mas o fato de não levar tudo à ferro de fogo, bem como esse destralhamento físico e emocional torna a nossa vida mais leve, e, consequentemente, mais proveitosa. 

Hoje em dia tenho me permitido mais coisas e deixado de lado o julgamento alheio. Me preocupo sim com o que as pessoas que sei que gostam de mim pensam sobre determinados assuntos a meu respeito ou sobre meus planos, mas me limito a ouvir a opinião, assimilar alguma coisa que eu ache que vale a pena repensar e continuar seguindo a minha intuição. Tenho passado mais tempo comigo, o que tem me proporcionado aprender mais sobre quem eu sou, sobre as minhas limitações, sobre coisas que eu gosto mas tinha vergonha de expor aos outros e sobre coisas que eu nem sabia que gostava. Que maravilha é descobrir tanta coisa escondida nessa cabecinha. Esse exercício de autodescoberta tem tornado a minha vida muito mais interessante e a liberdade de ser quem eu sou de verdade tem me feito um bem enorme.

Esse texto do blog Oficina de Estilo mexeu comigo essa semana. Já tinha escrito sobre o fato de nos sempre nos compararmos com os outros, mas após a leitura do texto parece que mais uma vez me libertei dessa utopia de uma vida perfeita. Devemos sim, querer nos tornar melhores do que éramos ontem, mas por favor, sem esses padrões absurdos e sem nos comparar com os outros e com suas histórias. A beleza da vida e das pessoas é, justamente, o fato de estarmos sempre a procura de algo que nos acrescenta e que nos torna melhores. O resultado dessa libertação? Menos frustração! Enquanto continuarmos idealizando uma vida perfeita, um trabalho sem problemas, uma relação sem atritos, jamais seremos felizes. É absolutamente normal ter dias ruins, momentos de fraqueza e de perda de paciência… Somos humanos, cheios de limitações. O que importa é o que fazemos dessas situações. Saber pedir desculpas, consertar nossos erros e reconhecer tais limites faz com que a caminhada seja mais leve e sem tanta cobrança para com nós mesmos.

É tão bom quando reconhecemos nossas fragilidades e, através delas, tomamos consciência do que é preciso fazer para melhorar. E o fato de reconhecê-las não nos isenta de, mais uma vez, perdermos a paciência com quem a gente gosta, ou agirmos por impulso e acabar fazendo algo que não é bacana para os outros ou pra gente mesmo. O interessante disso tudo é a gente reconhecer que melhorar é um processo contínuo e que ninguém vive de forma perfeita e completa. Enquanto vivermos nesse mundão de Deus estaremos num processo de aperfeiçoamento que jamais vai acabar e estaremos sempre construindo a pessoa que desejamos ser.

Não devemos ser tão severos com a gente mesmo mas também não podemos usar essa nossa limitação como desculpa pra justificar determinados comportamentos e atitudes. Com consciência de que estamos incompletos e que não precisamos ser perfeitos, nossa caminhada aqui na terra se torna muito mais gostosa. Menos cobranças. Mais compreensão. Mais atitude pra mudar.

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