Novos rumos para o blog! Primeira convidada: Maiara Benedito

Olá pessoal! Bom, agora que meu ano sem compra se concluiu quero continuar seguindo com o blog, porém, com algumas modificações. Quero torná-lo um espaço bacana, onde será possível encontrar textos sobre vários assuntos e, consequentemente, trazer novas pessoas para colaborarem por aqui.

A primeira convidada é a Maiara, que está se formando em Psicologia. Conheço a Maiara aqui da internet há alguns anos e achei legal convidá-la para partilhar suas percepções do mundo com todos os que acompanham o Uma Vida mais Simples. Mai, seja bem vinda!

Primeiro Post – Apresentação

Olá a todos!

Meu nome é Maiara, tenho 24 anos, moro em Mogi das Cruzes (SP) e estou terminando o curso de Psicologia. A proposta da minha coluna aqui no blog é discutir assuntos relacionados à Psicologia e comportamento de modo geral, assim como cultura e arte. Aliás, fiquem à vontade para fazer perguntas e sugestões, ficarei contente em responder o que eu souber e buscar conhecimento sobre o que ainda não sei.

Fiquei muito feliz quando fui convidada pela Bruna para participar deste projeto tão bacana que é o blog e confesso que, por alguns instantes, hesitei ao pensar se realmente poderia contribuir de forma significativa. Eu sempre escrevi apenas para os meus amigos e pessoas próximas, como um ato natural, uma forma de expressar meus pensamentos e a ideia de que minha escrita pode atingir outras pessoas foi, a priori, preocupante (que responsa!) e, agora, fascinante, afinal, é sempre bom discutir e encontrar pessoas não só com opiniões iguais as suas, mas se enriquecer com o que as diferenças proporcionam! Obrigada Bruna por me permitir esse encontro, aqui no seu espaço, que de certa forma, agora é um pouquinho meu e de tantas outras pessoas que acompanharam a sua experiência do ano sem compras.

Pensei muito em qual deveria ser o tema deste meu primeiro post, o que eu gostaria de compartilhar e concluí que nada mais justo do que me apresentar, compartilhar um pouquinho do que eu sou com vocês.

Quando a gente conhece alguém é normal e esperado que falemos de nossas qualidades, das coisas boas que fazemos e que somos. A gente quer é “vender o peixe” para causar uma boa impressão e mostrar o nosso lado bom. Entretanto, a gente não é só bom, né?! E é por isso que eu resolvi falar de mim de outra perspectiva, daquilo que são os meus defeitos, os famosos “pontos a melhorar” das entrevistas de emprego e que faz parte daquilo que sou, feliz ou infelizmente.

Eu sou minha preguiça diária de sair da cama, minha vontade de jogar tudo para o alto e apenas procrastinar. Eu sou a demora no banho, a minha voz desafinada ao cantalorar. Eu sou os meus quilogramas extras ao meu peso

ideal, eu sou as calorias que consumo em excesso logo pela manhã. Sou também a minha falta de jeito pra segurar os objetivos, sou a insistência em derrubá-los. Sou a risada indiscreta fora de hora, sou o olhar fulminante quando estou com raiva e as lágrimas desenfreadas quando estou triste. Sou orgulhosa quando realizo algo bem feito e a falta de confiança quando faço algo que julgo que não ficou tão bom. Sou a minha falta de tato com gente grossa e folgada e a minha falta de flexibilidade com a irresponsabilidade. Também sou minha falta de paciência em ensinar meus pais a usarem eletrônicos e para as birras de adolescente do meu irmão. Sou minhas paixões platônicas, sou meus relacionamentos que acabaram, sou meu coração partido e a desilusão de achar “aquela” pessoa especial. Sou o mau humor que surge do nada e vai embora da mesma forma. Sou aquela música que escuto escondida, sou aquele pedaço de bolo que repeti depois do almoço. Eu sou tanto e tão pouco. E fora tudo isso, eu tenho coisas boas também!

Eu poderia escrever páginas e páginas de tudo que eu sou, porque nós somos tudo aquilo que passa pela nossa existência, seja bom ou ruim. Não quer dizer que eu me orgulhe de determinadas coisas que sou, ao contrário. Acredito que o primeiro passo para mudar algo que com que não estamos satisfeitos em nós mesmos é olhar para si e reconhecer que pode fazer melhor. E você, quem é?

Faça esse exercício e pense não só naquilo que tem de melhor, mas também nas coisas que gostaria de transformar em você mesmo, é uma ótima forma de se conhecer e repensar alguns aspectos. Por enquanto fico por aqui, até a próxima!

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