Tudo é questão de… Equilíbrio!

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Domingo finalmente assisti ao filme “Comer, Rezar e Amar”.  O filme é lindo e, como sei que o livro é sempre melhor, já coloquei na lista para leitura.

O filme é um convite incrível para ouvirmos nossa intuição e nos deixarmos ser guiados por ela. É um empurrãozinho pra quem já está pensando em mudar de vida, em desbravar o mundo externo, mas especialmente o interno. Me vi em tantos momentos ali na personagem… Mas o que mais gostei foi do diálogo entre Liz e Ketut, o guru que ela visitou em Bal, quando ele fala sobre a importância do equilíbrio. Ele diz: “As pessoas em Bali acreditam que para serem felizes precisam saber onde estão a todo instante. Aqui é o equilíbrio perfeito, o encontro entre o céu e aterra. Não tem muito deus não tem muito egoísmo, a vida muito louca perde equilíbrio, perde energia”. 

Embora estejamos sempre em busca desse equilíbrio, acredito que a questão mais complicada é permanecer nele, afinal, não é apenas o que fazemos que nos afeta, mas especialmente o que os outros nos fazem sendo esses últimos, é impossível controlar. Porém, podemos controlar como nos sentimos em relação aos outros, o que facilita infinitamente a nossa relação com eles e conosco.

Sempre acreditei que nossa vida é uma balança e que precisamos que seus dois pratos estejam, de preferência, no mesmo nível. Já perceberam que quando nos dedicamos demais a uma só coisa, as outras tendem a entrar em desordem? Quando dedicamos demais ao namorado, as amizades acabam sendo deixadas de lado; quando nos dedicamos demais ao trabalho, sacrificamos família e lazer. Logo, precisamos dividir nosso tempo para que todas as áreas das nossas vidas estejam em harmonia.

Para isso, o minimalismo é fundamental, afinal, através dele optamos por deixar na nossa vida apenas o que é essencial, e percebemos que muito do que é supérfluo só desperdiça o tempo que poderíamos dedicar ao que realmente importa pra gente. Dessa maneira, conseguimos equilibrar os campos da nossa vida, com alguns sins e alguns nãos. Libertamos-nos das pessoas/situações negativas e ouvimos mais a nossa consciência. Assim, não somos mais reféns de determinadas situações, tomamos controle de nossas vidas e conseguimos o tão almejado equilíbrio. Porém, esse é um trabalho diário, uma vez que estamos em constante mudança e precisamos nos adaptar todos os dias a novas situações, fazendo pequenos ajustes aqui e ali. É como andar na corda bamba. Corremos o risco de cair, e se isso acontecer, é só levantar e retomar a caminhada.

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