Trecho do livro “Purificação Emocional, de John Ruskan”

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O propósito da vida espiritual em geral é levar-nos ao ponto em que deixamos de pressupor que algo externo será uma fonte de felicidade. É possível continuar com atividades, relacionamentos e posses, mas em vez de encará-los como fontes nós os consideramos expressões da felicidade. À medida que conseguimos isso, libertamo-nos da dependência, da pobreza da consciência e da experiência dualista.

 Quando percebemos que nada de foraconsegue ajudar-nos, significativa e permanentemente, a encontrar a felicidade, libertamo-nos da sensação de carência.Quando não sentimos falta de nada, sentimo-nos completos como somos e penetramos na denominada consciência da abundância. Essa condição não depende em nada de nossas posses – é um estado mental. A consciência da abundância serve para atrair circunstâncias afortunadas, exatamente por não sentirmos falta de nada. Adquirimos recursos materiais e relacionamentos harmoniosos, mas não dependemos deles nem tememos perdê-los….

 … O verdadeiro trabalho sobre si mesmo começa quando você começa a integrar e deixa de ser motivado por qualquer que seja a forma assumida pelo vazio, seja um desejo de segurança, de sexo, de poder ou de relacionamentos….

 … Você tem de perceber que é suficiente do modo como é. Você não precisa de nada para ser feliz, mas apenas SER…

 … A dependência se resume no impulso de buscar a felicidade fora de você. Sugiro que você se torne um verdadeiro guerreiro e ataque implacavelmente o problema central: abandone seus vícios de segurança, sensação, poder e relacionamentos. Enquanto não o fizer, você continuará topando com a angústia exatamente na porta pela qual espera que virá a felicidade…

 …Se deixarmos de buscar a felicidade, o que faremos conosco? É nesse ponto que começa realmente o trabalho consigo mesmo. Nós sentimos. Simplesmente sentimos tudo que aparece pela frente. Quando não estamos sentindo algo, existimos sem sensação no AGORA, o momento eterno.

Continuaremos sujeitos a algum dualismo, pois essa é a natureza do mundo, mas não nos agarraremos a um lado, rejeitando o outro. As dualidades são experimentadas como complementos integrados, em vez de opostos em guerra. Se o desagradável aflorar, será aceito, e não rejeitado.”

Ganhei o livro de presente mas ainda não li. Esse trecho foi compartilhado por um amigo.

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