Nosso caminho é a gente quem faz!

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Essas últimas três semanas tem sido bastante reflexivas. Ter dado uma pausa em tudo me permitiu olhar pra mim mesma, pensar sobre diversos assuntos, analisar mais, sentir mais. O remédio tem ajudado muito, é claro. Minha cabeça não está mais aquela bagunça, cheia de pensamentos acelerados. Também retomei a terapia, dessa vez com uma psicóloga super bacana, com uma linha de trabalho muito legal. Fiz minha primeira sessão na semana passada e saí de la muito satisfeita.

Vez ou outra tenho uns insigts sobre certas coisas que ficam matutando dentro da minha cabeça e uma delas foi sobre a minha trajetória de vida. Leio bastante, tanto livros, quanto blogs, acompanho várias pessoas com as quais me identifico em inúmeros aspectos e, querendo ou não a gente acaba tendo uma certa referência dessas pessoas, já que elas me inspiram imensamente. Mas aí comecei a pensar se toda essa inspiração não estava fazendo com que eu achasse que as experiências que elas tem/vivem também me trarão a felicidade que busco tanto. Talvez sim. Talvez não. E aí concluí que mais uma vez estava me deixando levar pelo que as pessoas postam nas redes sociais. E querendo ou não o que a gente posta aqui é só a pontinha do iceberg que a gente é. Somos muito mais do que isso tanto em aspectos positivos quanto negativos.

Não pensem vocês que minha vida é um mar de rosas. Não. Tem muita coisa pra ser melhorada, aprendida, partilhada, experienciada. Tem dias que acordo super bem, animada, disposta a fazer mil coisas. Tem dias em que acordo angustiada e minha vontade é de voltar pra cama e ficar lá o dia inteiro. E isso é normal, eu sei, mas a gente não costuma postar sobre os nossos momentos ruins, né?

Cada vez mais tenho tido mais certeza que as pessoas que a gente admira sim, acabarão nos influenciando, mas a gente não tem que tomar nada como uma verdade absoluta: a gente não precisa viajar o mundo inteiro como fulano; a gente não precisa largar tudo e morar no mato, como beltrano. A gente pode e deve tomar pessoas como referência, ,mas sempre lembrando que cada experiência é única. Talvez viajar pelo mundo inteiro não te faça tão feliz como faz o fulano, porque você adora ter um um “porto seguro” pra voltar; talvez morar no meio do mato não te faça feliz como faz o beltrano porque por mais que você goste de estar em contato com a natureza, também gosta de estar no movimento da cidade.

Vamos continuar sim, procurando referências, lendo histórias inspiradoras.

Tudo é válido quando a gente pega uma referência e coloca na nossa realidade. A gente só aprende as coisas experimentando e trilhando o nosso próprio caminho. As inspirações são espécies de “setas”, mas a caminhada mesmo, depende da gente, afinal, cada pessoa é única, cada experiência é única.

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