O que as viagens nos ensinam sobre ter só o essencial

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Um comentário do Vitor aqui no blog me fez resolver escrever sobre algo que eu já estava pensando: como as nossas viagens nos fazem entender o real sentido de levar conosco só aquilo que a gente precisa.

Nunca fiz uma viagem longa, que exigisse maior organização, mas tô sempre indo pra casa do Marcelo (pelo menos uma vez por mês). Nesses 10 anos de relacionamento à distância, tendo de fazer mala e tentando me prevenir pra alguma eventualidade, aprendi muito sobre o que levar e consequentemente sobre o que eu tenho ou quero ter: quero ter pouco, mas um pouco que me sirva nas mais variadas formas.

As vezes durante a viagem e usando as roupas que tenho, os itens que levei comigo, penso que eu poderia viver só com aquilo que tá na minha bagagem. E as vezes chego em casa e vejo que ainda tenho um monte de coisa, que mesmo me desapegando de muito ainda tem bastante roupa/sapato enchendo meu guarda-roupa e que as vezes essas coisas acabam me possuindo mais do que eu as possuo.

Já fui de me preocupar muito com roupas, mas hoje em dia a única coisa que desejo é que sejam práticas e confortáveis. Como não tenho um trabalho que exija trajes específicos (a não ser quando vou fotografar um evento mais formal), meu dia a dia é cheio de roupas confortáveis (leia-se leggings, camisetas e tênis). Essa é a minha realidade, mas mesmo em realidades diferentes, acho que é possível ter no nosso armário só o que a gente ama MUITO, de verdade. Assim, temos pouco, com qualidade, com peças que conversem entre si e que podem ser combinadas de MIL maneiras.

A Carol Burgo fez um post sobre a construção do seu novo armário que é super bacana e acho que pode nos ajudar nessa busca de montar um armário simples, conciso e que deixe a nossa vida menos complicada. E esse texto das meninas do Oficina de Estilo também é super esclarecedor pra nos ajudar a simplificar no nosso vestuário.

Uma vida simples tem a ver com deixar as coisas realmente simples no nosso dia a dia, e podemos fazer isso de inúmeras maneiras. O ponto é compreender a essência dessa ideia e aplicá-la na nossa realidade de acordo com as nossas necessidades individuais. Se a gente tiver só o que a gente gosta mesmo, vai ser cada vez mais fácil montar a nossa mala na hora de viajar e essa mala vai render tanto que a gente vai ter sempre a sensação de que poderia passar uma boa parte da nossa vida só com o que tem dentro dela.

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5 comentários sobre “O que as viagens nos ensinam sobre ter só o essencial

  1. Rosana disse:

    Bruna,

    Acredito que em tudo na vida, a simplicidade como hábito facilita muito nossa vida.

    Você disse algo fundamental:
    “O ponto é compreender a essência dessa ideia e aplicá-la na nossa realidade.”

    Aproveitando, gostaria de desejar um Feliz Natal à você, aos seus familiares e à todos os leitores do Uma Vida Mais Simples.

    Abraços!

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    • Bruna disse:

      Rosana, é esse mesmo o ponto! Cada pessoa vive de uma forma, tem realidade diferente da outra. Não dá pra colocar todo mundo no mesmo pote.
      Desejo a você boas festas e que o ano novo revigore os sentimentos e desejos de mudança! Forte abraço!

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  2. Marcelo Rinaldi disse:

    Acho que uma boa forma é comprar uma moto! Você não consegue levar muita bagagem nela! Principalmente quando se viaja em dois, tem que ser bem essencial nas escolhas! Beijos, preta! =P

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