Links interessantes da semana #34

meditac3a7c3a3o_www-triangleintegrativepsychiatry-com_.jpg

1- Reencontro – no Uma jornada Interior

 

desfrute.png

2- Desfrute sem possuir – no Viver sem Pressa

 

repense.png

3- Sustentabilidade de escreve com R – no Minimalismo à Brasileira

 

Por do sol.jpg

4- Desacelerar – no Simplicidade e Harmonia

 

parachute-1416417_1280.jpg

5- Você tem fome de que? – no Nada de Compras

 

como+revitalizar+o+guarda-roupa.jpeg

6- Como revitalizar o guarda-roupa? – no Oficina de Estilo

 

mindfulness-dicas-iniciantes.jpg

7- 5 dicas para iniciantes em Mindfullness – no Minimus Life

 

Bom final de semana!

Anúncios

Links interessantes da semana #33

1-L3rEEvw29CsxeVIKgOyj3w

1- Espiritualidade de Shopping – no Fator Quântico

 

riqueza.png

2- Rico é quem precisa de menos – no Viver sem Pressa

 

aHR0cCUzQSUyRiUyRmNvbmZlaXRhcmlhbWFnLmNvbSUyRndwLWNvbnRlbnQlMkZ1cGxvYWRzJTJGMjAxMiUyRjEyJTJGamFuZS1tb3VudC5qcGVn.jpg

3- Sobre não gastar dinheiro e aprender a ter o suficiente – no Repete Roupa

 

architecture-756150_1920

4- Qual é a sua base? – no Nada de Compras

 

blog-buddha-monge.jpg

5- Entrego, confio, aceito e agradeço – no blog da Camile Carvalho

 

Sandglass

6- Mindfullness – no Simplicidade e Harmonia

 

deciso

7- Desejo, necessidade e vontade – no Minimus LIfe

Encontrando o caminho do meio

9215604269_2ebe0f4c24_paz-interior-1

Desde pequena lembro de refletir sobre muitas coisas.

Quando minhas crises de pânico começaram, lá em 2013 e passei a ler mais sobre o assunto, comecei a lembrar de vários episódios ao longo da vida em que tive sensações muito parecidas com as que tive durante as crises. Nunca me esqueço de uma vez, logo após o falecimento de uma tia, sentir uma sensação de vazio profundo (eu tinha uns 11 anos), de pensar “do que adianta viver se vamos morrer mesmo”? Foi um sentimento de tristeza e impotência enormes. Não dei muita atenção a eles e a vida seguiu.

Em 2008 foi quando tive minha primeira crise de ansiedade, que só fui descobrir que se tratava disso anos depois. Me recordo que machuquei a região do peito na academia e que achei que estivesse infartando. Fui na cardiologista, mal conseguia respirar! Ela me receitou aqueles calmantes naturais à base de passiflora, fui melhorando e pronto.

Em 2012 novamente mais uma crise de ansiedade: dessa vez na cadeira do dentista. Eu tinha compromisso pra ir depois do atendimento, não sei se isso acabou desencadeando, mas tive uma sensação horrível de falta de ar, meu coração super acelerado + pressão alta (combo de sempre quando estava em crise). Achamos que poderia ter sido algo relacionado à anestesia, mas não havia sinal de sangue na agulha e de que a aplicação tivesse sido mal sucedida. O baile seguiu.

2013: que ano! Tudo veio de uma vez (vejam só essa partilha): primeiro descobri uma traição do meu pai (depois meus pais vieram a se separar), começaram as crises de pânico, morre minha coelha Nina, de 5 anos, adoto um cachorro que também desaparece e nunca mais encontro. Não foi fácil. Foram 5 meses tão intensos que pra mim duraram anos. Senti que todas as minhas certezas escoaram pelo ralo. Me senti perdida, sem chão, sem rumo, sem referências. Por dentro, uma dor que não passava. Fiz todos os exames possíveis achando que eu tinha todas as doenças possíveis (antes de descobrir que era a síndrome do pânico). A cada exame cujo resultado era normal, mais desespero. Eu queria uma resposta, eu queria um diagnóstico, um remédio que pudesse tomar pra passar aquela dor que me dilacerava.

E aí, um processo de mudança: foi em agosto de 2013 que decidi começar esse blog, com o projeto de um ano sem compras. Inclusive o nome do blog era outro, ele estava em outra plataforma (o tumblr) e, no decorrer desse projeto muitas outras mudanças foram acontecendo. Daí surgiu o “uma vida mais simples” e com ele as leituras sobre simplicidade voluntária, minimalismo, consumo consciente, viver fora do sistema… Falo que não sou eu que encontra textos/livros/filmes: são eles que me encontram. O universo sempre me traz exatamente aquilo que precisava ler/assistir/refletir. Ficava chocada com todo esse arranjo lá de cima pra que eu pudesse compreender melhor as coisas pelas quais vinha passando e sou muito grata por tudo o que chegou até a mim. Além disso, o universo me presenteou com muitas pessoas maravilhosas, que me ajudaram e me ajudam muito nesse processo de autoconhecimento. O que dizer do meu amigo Elder? Nem tenho palavras para agradecer a sua amizade. Passamos pela síndrome do pânico na mesma época, por esse processo de entender do que isso se tratava… Evoluímos juntos. Conversávamos muito, partilhávamos leituras, reflexões… Ele foi uma grande benção na minha vida e sou muito grata pela sua existência e pela nossa conexão. Poder conversar com alguém que vivia na pele aquilo que eu também vivia, me fazia me sentir acolhida. Não que eu não fosse pela minha família, amigos e namorado. Mas só quem passa por essa dor é que consegue compreender do que se trata.

Nesses 4 anos tantas coisas aconteceram: muita desconstrução, reconstrução, aprendizados, mudanças, alegrias, tristezas…. Tudo isso vivido de uma forma muito nova pra mim. Ao mesmo tempo em que era (e é) dolorido, é diferente. Sinto que faz parte do processo, sinto que são lições que se repetem pois ainda não compreendi o ensinamento que elas precisam me transmitir. Por que não se trata apenas do conhecimento chegar até a mim, mas de eu dar abertura para assimilá-lo.

Ao longo dos meus 29 anos passei por muitas fases: romântica, tranquila, rebelde com e sem causa, impulsiva, depressiva, ansiosa… mas em todas elas extremamente reativa. Já falei sobre reatividade no último post e só há cerca de um mês consegui compreender que eu de fato sou uma pessoa extremamente reativa, que fala antes de pensar e que acaba dizendo coisas diferentes das quais se propôs a falar. E isso eu vejo muito nas minhas relações familiares. Eu e minha mãe somos muito parecidas e aprendemos na física que cargas iguais se repelem, né? Tá aí uma lição da qual eu jamais me esqueço. Sempre tivemos uma relação cheia de atritos, brigas, alterações… São poucas as vezes em que conseguimos sentar e ter uma conversa tranquila. Vejo MUITO de mim na minha mãe. Se não quero ser assim, reativa como ela, brigona, estressada, preciso observa-la e nisso, olhar também pra mim, pois somos muito iguais. Tentar não entrar no mesmo jogo, não responder da mesma maneira. Tenho me policiado imensamente para não colocar ainda mais lenha na fogueira nos momentos em que atritamos. Mas é claro que não só de atrito a gente vive. Temos muitos bons momentos também (minha mãe não é uma carrasca não! Rs… Talvez a forma que esteja descrevendo ela – e a mim mesma – transpareça isso, mas não. Ela é uma excelente pessoa, que tem um temperamento difícil como o meu, é fruto de uma vida bastante dura e sofrida, mas estamos caminhando para nosso aprimoramento).

Como o último mês foi bastante intenso, tive a ideia de anotar em um caderninho todos os insights que vinha tendo, tudo aquilo que de alguma forma me fazia enxergar a minha vida de outro ângulo e que trazia algumas respostas pra questões que sempre me afligiam. São muitas questões sobre as quais quero falar, mas para que esse texto não fique gigantesco, vou aos poucos partilhando com vocês ao longo de uma série de posts.

Nesse texto queria partilhar uma questão que está muito forte em mim e nas minhas reflexões: encontrar o caminho do meio. Como mencionei acima, essa minha rebeldia tem muita relação com a minha forma de ver as coisas: sempre de forma extrema, ou 8 ou 80. Ou é branco, ou é preto, sem nuances. E sei que as coisas não são bem por aí. Nesse meu extremismo já fiz muitas coisas que não eram exatamente o que queria. Já me anulei demais, assim como me impus demais, e em nenhuma dessas circunstâncias fui bem sucedida. Tenho tentado pensar antes de agir, analisar a situação por outros ângulos para só então tomar uma posição ou decisão. Por isso tenho sentido a necessidade de aquietar as coisas aqui dentro de mim, de digerir toda essa informação para depois partilha-la, pois continuo acreditando que o que dividimos, multiplicamos.

Sigo aprendendo e reaprendendo, caindo, levantando, rindo, chorando, tentando exercitar a minha paciência, acalmar o coração e deixar a vida fluir e me mostrar a direção certa a tomar, a escolha certa a fazer. Sou grata por cada um de vocês que visita o blog, que partilha, que me manda e-mail, que me ensina. Somos todos mestres e alunos uns dos outros. Sigamos aprendendo.

 

 

Links interessantes da semana #32

alfinetes.jpg

1- Consertar para durar (e empoderar) – no Oficina de Estilo

 

ID-100273543

2- Aceitação – no Simplicidade

 

social-minimalismo.jpg

3- Minimalismo Social – no Minimus Life

 

3ff64f1aa4a181f0cd0dddf6e1e9855e.jpg

4- Sobre não gastar dinheiro e aprender a ter o suficiente – no Repete Roupa

 

motivosviagem-home.jpg

5- As coisas que perdi sendo eu mesma – no Nowmastê

 

Hoje a linkagem está menor. Como vocês tem percebido, ando me dedicando a algumas outras coisas offline e quase não tenho lido os sites que gosto. Tenho alguns projetos em andamento e algumas leituras físicas acontecendo também. Semana que vem tem post novo, uma longa reflexão. Não deixem de acompanhar.

 

Beijos!

Lidando com a reatividade

1-pessoa-reativa.jpg

Esse último mês está me trazendo um aprendizado tão grande que tem horas que preciso parar pra assimilar todas essas questões que tem vindo à tona de forma tão rápida. Tem sido um momento de introspecção, interiorização, revisão, decisão. E dentre as muitas questões sobre as quais venho refletido, uma em especial foi o click que me fez enxergar muitas coisas: sou uma pessoa extremamente reativa. Pessoas reativas agem de maneira impulsiva, tem a impressão de que estão sempre sendo injustiçadas e vítimas das outras pessoas ou circunstâncias.

Depois de ter descoberto isso (através desse vídeo e desse também), comecei a rever a minha forma de agir e reagir perante algumas situações e vi que na maior parte das vezes eu ajo e reajo de forma extremamente reativa. Uma coisa acontecia e lá ia eu dramatizar, reclamar, me vitimizar. Eu sentia que o mundo inteiro estava contra mim, que era só comigo que nada dava certo, que tudo o que eu pensava em fazer sempre tinha algo atrapalhando. Até na minha forma de falar com as pessoas era sempre fazendo drama, sempre me vitimizando. Não sei como eu não vi isso por tantos anos e coitadas das pessoas em me aturar sendo assim.

Uma coisa que me veio a tona é que sempre fui carente. E que quando eu passava por problemas, recebia atenção dos meus pais. Então, parece que ficou no meu subconsciente que eu sempre precisava passar por problemas para receber carinho e atenção das pessoas…E aí vocês sabem: eu atraia situações assim para que essa minha crença continuasse acontecendo. É louco, né? Mas infelizmente essa é a verdade e fico feliz de ter conseguido visualizar isso para poder transmutar essa questão e mudar minha vida.

Imagina você chegar pra conversar com uma pessoa e ela já vir despejando as coisas em você e vindo com 4 pedras nas mãos? Essa sou eu. Ou melhor, essa era eu, pois tenho tentado acalmar e respirar sempre antes de agir ou responder sobre alguma coisa ou situação. Se é fácil? Claro que não. Meu modo “natural” é ser uma pessoa reativa, então eu simplesmente falo, depois penso. E aí vejo que muitas vezes sou grosseira, antipática, sendo que não é isso que sou de verdade.

A reatividade é um dos pontos que pretendo trabalhar ao longo dos próximos anos. Mudar um hábito enraizado não é uma tarefa fácil ou simples, mas é possível. Ter consciência disso é o primeiro passo. Só sei que não quero mais agir ou responder de forma rude para as pessoas (e sei que isso não é de uma hora pra outra que acontecerá). Transmutar essa característica requer desapego, transformação, reformulação… Mas eu tô disposta.

Alguém também se sente assim?

Links interessantes da semana #31

ingredientes_toxicos_nos_cosmeticos.png

1- Ingredientes tóxicos mais comuns em cosméticos para evitar – no Um Ano sem Lixo

 

peoplevojsimpson-ep6-tabloids.png

2- Mas você gosta de moda e é feminista? – no Repete Roupa

 

NIVES-MINIMALISMO

3- Os três niveis do minimalismo – no Minimus Life

 

nunca_perdido-1024x683.jpg

4- Você nunca está perdido – no Simples Propósito

 

culpa.jpg

5- Me libertando da prisão – no Doce Cotidiano

 

Um-libelo-à-liberdade-do-meu-corpo.jpeg

6- Um libelo à liberdade do meu corpo – no Nowmastê

 

captura-de-tela-2017-09-23-acc80s-04-16-111.png

7- A liberdade de uma vida minimalista – no Viver sem Pressa

 

Bom final de semana!

Feito é melhor que perfeito

12042936_1632333283698423_1006082260607176837_n

Não sei como é com vocês, mas eu já deixei de fazer muitas coisas por não achar que estavam boas o suficiente. Eu continuo deixando de fazer por achar que não é a hora, que não tenho total capacidade e aptidão pra realizar essa coisa/projeto. Mas aí pensei: que hora melhor pra começar algo senão AGORA? Será que algum dia na vida estarei pronta pra alguma coisa? Digo, no timing perfeito? Sei lá.

Venho refletindo sobre muitas coisas. Vou fazer 29 anos e pelo que li (adoro astrologia) é o retorno de saturno, ou seja, a volta dele para a mesma posição em que estava no momento do meu nascimento e essa volta de saturno ao redor do sol leva aproximadamente 29 anos. Tcharam! É a hora!

É tempo de amadurecimento… Dizem que é quando nos tornamos adultos e a ficha cai. Poxa, pensar que já vivi 28 anos me faz refletir sobre muitas coisas: o que quero deixar pra trás e parar de repetir? O que quero que realmente aconteça na minha vida? Como, de fato, assumir as rédeas da minha vida e reconhecer que as coisas só darão certo se houver disposição da minha parte em fazer com que isso aconteça? Qual é a minha missão de vida? O que eu tô fazendo aqui nesse planeta? Olha, haja questionamento.

Esse retorno, ao meu ver, tem muita relação com o minimalismo: é quando nos livramos do que é supérfluo, das nossas ilusões e mantemos na nossa caminhada apenas aquilo que tem funcionalidade e permite nosso desenvolvimento. É tempo de assumir responsabilidade pelas nossas ações, pela nossa vida! É tempo de colheita também! De colher os frutos plantados, bons ou ruins e de renovar a terra para um novo plantio.

Ao mesmo tempo em que me dá um certo medo, me dá também vontade de fazer coisas novas, de renovar os ânimos, de mudar o que for preciso para que eu esteja cada vez mais alinhada com meus valores, princípios e meu propósito. É uma mistura muito louca de emoções, mas estou de coração aberto para ser tudo aquilo que eu preciso ser aqui e agora. Sei que não vai ser perfeito, e duvido que algum dia seja, mas vai ser feito, com presença, com amor, com carinho e com o melhor que eu puder ofertar hoje.