Links interessantes da semana #30

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1- Minimalismo: um exercício para o autoconhecimento – no Viver sem Pressa

 

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2- Vegana chata, radical, elitista e incoerente – no A Chata Vegana

 

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3- Mude o que te incomoda no Medium

 

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4- Roupa tem que caber no corpo (e não o contrário) – no Oficina de Estilo

 

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5- Como ter um guarda-roupa mais sustentável – no Um ano Sem Lixo

 

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6- Útil ou belo? O uso sobre a posse e o mito do conforto – no Minimalismo à brasileira

 

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7- 5 segredos minimalistas para uma vida simples – no A minimalista

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Links interessantes da semana #29

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1-  Por que estamos, o tempo todo, com a sensação de que deveríamos estar fazendo mais? – no Crise de Estudante

 

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2- Vaporização do útero trata problemas físicos e emocionais – no Personare

 

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3- Como o slow living me ajudou a ser menos ansiosa – no Living Slow

 

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4- As catástrofes que você imagina talvez nunca aconteçam – no A mente é maravilhosa

 

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5- Estratégicas x idealismo vegano – no Beleza Vegan

 

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6- Mecanismos do ego: vitimismo – no Despertando

 

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7- As pessoas que você atrai são o reflexo do que você é – no ContiOutra

 

Bom final de semana!

Links interessantes da semana #28

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1- Crise de propósito – no Nowmastê

 

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2- 06 perguntas para consumir de maneira consciente – no blog da Agatha Lima

 

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3- A importância de sonhar – no Viver sem Pressa

 

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4- Como substituir papel-toalha, papel-manteiga, plástico-filme e aluminio – no Um ano sem Lixo

 

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5- Porque reciclar não é o suficiente – no Living Slow

 

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6- Quatro dicas para ter um guarda-roupa mais minimalista e sustentável no Meu diário Minimalista

 

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7- Todo mundo como forças da natureza – no Simples Propósito

 

 

Links interessantes da semana #25

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1- Curso com tudo o que você precisa saber- sem romantizar – a vida Alternativa – no Hypeness

 

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2- O que você precisa saber para ter uma guarda-roupa sustentável – no Plata o Plomo

 

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3- Como vencer o espírito de desânimo e procrastinação – no Despertar Coletivo

 

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4- E o caminho profissional, como está? – No Uma jornada Interior

 

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5- Ninguém passa na nossa vida por acaso – no Hora de mudar

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6- Considerações sobre uma vida minimalista – no Vida Minimalista

 

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7- Use o mínimo de tempo possível dos outros – no Viver sem pressa

As coisas por aqui

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Foto que tirei num dos meus pedais

Já tem cerca de 4 anos que estou nessa jornada de viver de forma mais simples. Pra quem não lembra, tudo começou em 2013, com minhas crises de ansiedade que culminaram em ataques de pânico. Com eles, uma reflexão sobre a forma como eu estava vivendo e gastando tanto meu tempo quanto meu dinheiro. Veio também o projeto de ficar um ano sem comprar nada como uma forma de refletir sobre meus gastos, rever meus conceitos e aproveitar todas as coisas que eu já tinha, questionando o que diariamente nos é imposto: “COMPRE”.

Nesses quatro anos muita água passou por debaixo da ponte que caminho. Aprendi e desaprendi muita coisa, descobri novos caminhos, novas possibilidades. Mudei de vida e quem me acompanha desde aquela época também leu por aqui sobre tais mudanças.

Li muito sobre viver fora do sistema e é um assunto que me fascina. Como ser independente dos bens e serviços que usamos indiscriminadamente hoje? Porém, depois de muito ler e refletir, penso que talvez não seja possível ser 100% livre. Ainda dependemos de muitas coisas, e tento não ver isso como uma coisa “errada”, pois essa palavra borbulha na minha cabeça sempre e é algo que me bloqueia pra muitas coisas. Enxergar o dinheiro como algo “ruim” ou “errado” é uma crença que me impede de muitas coisas, por exemplo. Se tem algo que venho aprendendo nesses anos é: como posso me relacionar melhor com o dinheiro? (Essa é uma questão que me aflige demais). Nós precisamos de dinheiro pra comprar coisas, então, como posso me relacionar bem com a sua energia?

Venho tentando me equilibrar mais, sem querer viver uma coisa muito “extrema”. Não gosto de usar essa palavra mas acho que é a que pode expressar melhor a maneira como eu me sinto. Meu ponto então é: como eu posso trabalhar aliada ao meu propósito, recebendo um dinheiro que me permita realizar as coisas que sonho? Como realizar um trabalho que possa ser útil não só pra mim (me beneficiando monetariamente) mas também para as outras pessoas, algo que as ajude de alguma forma?

Esse é meu dilema.

Penso nisso todo santo dia.

Morar no interior e ter um custo de vida pequeno, além de ter minha casa própria (da minha mãe, aliás!), é algo que facilitou muito essa escolha que fiz de ser autônoma. Mas ser autônoma também significa que não posso contar com um dinheiro x no final do mês. É tudo muito incerto. E incerteza é algo que me deixa bastante desconfortável e que as vezes tira as minhas forças, meu foco, meu prumo. É algo que venho trabalhando faz tempo mas que ainda me aflige.

Apesar de tudo de bom que estou vivendo, me sinto bastante perdida em relação a minha profissão. Alguém mais está passando por algo parecido? Se sim, partilhem aqui comigo! Trocando experiências a gente pode se ajudar, né?

 

Ps. Acabei de ler esse texto que fez MUITO sentido sobre tudo isso que escrevi aí em cima

 

 

 

Links interessantes da semana #24

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1- Como manter o foco em uma atividade por vez? – no Vida Minimalista

 

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2- A Cristal conta por que parou de usar sabonete pra lavar o rosto – no Um ano sem Lixo

 

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3- Como viver devagar em uma sociedade rápida – no Slow Living

 

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4-  O ruído é uma escolha – no Simples Propósito

 

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5- A escalada – no Uma jornada Interior

 

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6- O consumo na era dos blogs de moda – no Repete Roupa

 

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7- Antes de amar o corpo que tal aceitar o corpo? – no Oficina de Estilo

 

Bom final de semana!

Mudanças e o mar

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Mudança é uma palavra que sempre gera desconforto, afinal, estamos bem, estamos confortáveis, acostumados com o ritmo da vida e aí eis que se faz necessário mudar, sair dessa zona confortável em que nos encontramos e caminhar rumo ao desconhecido. Mudar traz consigo diversos sentimentos: medo, insegurança, dúvidas, falta de coragem. “tá bom do jeito que tá”, “assim tá fácil”. Mas como dizem por aí: se fosse “fácil” não era a vida.

Fazendo uma analogia, vejo que mudar é como se a gente entrasse no mar.

Na orla, na areia, vislumbramos a imensidão do mar e isso nos causa certo receio. O que será que tem no mar, nas águas profundas? Quantas vidas habitam esse imenso aglomerado de água? Não sabemos! E o desconhecido nos assusta.

Então resolvemos entrar na água. Dependendo do dia, o mar está agitado. A gente tenta avançar, mas ondas trazem a gente de volta pra orla. Precisamos nos esforçar um pouco para poder adentrar um pouco mais até que consigamos ultrapassar essas ondas que estão quebrando e nos jogando de volta pra orla. E aí encontramos certa estabilidade. Pelo menos mais estabilidade do que enquanto estávamos no meio de onde as ondas quebram. Encontramos certa tranquilidade.

Quando resolvemos mudar é exatamente isso que acontece. Estamos na orla, imaginando as inúmeras possibilidades e o desconhecido que nos aguarda. Quem não tem medo do desconhecido? Eu tenho! A estabilidade é confortável pra gente, é tranquilizante. Mas a vida de vez em quando exige que mudemos. Ao decidir mudar temos duas opções: continuar onde estamos já sabendo o que encontraremos e viveremos ou resolver mergulhar no desconhecido e buscar o novo. Cabe a gente escolher.

No começo é difícil. São muitas ondas quebrando em cima da gente, a gente nada, nada e o mar insiste em nos trazer de volta pra orla. Algumas coisas começam a sair fora daquilo que havíamos imaginado e a gente sente que:  “isso não é pra mim”, “não deveria ter mudado”, “deveria ter continuado onde estava, era mais fácil”. Nadar contra a maré não é fácil. As vezes nossas forças se esvaem e precisamos recuar um pouco, fazer algumas adaptações e retomar o fôlego para continuar a nadar.

E quando menos esperamos, pronto. Estamos em alto mar. Conseguimos visualizar a orla (onde a gente estava), as ondas quebrando (as dificuldades que tivemos que superar para poder realizar as mudanças que desejávamos) e finalmente conseguimos nadar com tranquilidade (entramos no ritmo da nossa nova vida). Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem. Mas em alto-mar também tem tempestade. Haverão momentos em que novas mudanças serão necessárias, mas depois sempre haverá calmaria. O ditado não diz que depois da tempestade bem a bonança?

Mudanças são parte da nossa experiência humana. São essenciais para que possamos nos aprimorar e nos alinhar ao nosso propósito de vida. Podem ser dolorida, podem ser difíceis, mas quando as aceitamos elas se tornam menos complicadas do que a gente imaginava.