Links interessantes da semana #22

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1- Fora do nicho: consciência vegana reposiciona mercado – no Ponto Eletrônico

 

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2- Andar nos ensina a desobedecer no ContiOutra

 

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3- Em um mundo onde tempo é dinheiro, dê sua atenção ao invés de presentes – no Living Slow

 

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4- Prisão Sucesso – no Papo de Homem

 

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5- Eles ‘desburocratizam’ suas vidas para ter mais tempo para o que realmente importa – no Nômades Digitais

 

Balança Familiar

6- Resolvendo o Karma Familiar – no Feminino Quantico

 

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7- 13 atitudes para recuperar a motivação – no Desassossegada

Links interessantes da semana #21

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1- O que a inveja está tentando te contar – no blog do Sri Prem Baba

 

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2- Comprar te traz felicidade? – no Living Slow

 

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3- Minimalismo em ação: hora de avançar – no Um ano sem Compras

 

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4- Sobre usar conceitos e não looks como inspiração – no Repete Roupa

 

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5- 6 reflexões que vão te ajudar a descobrir o seu caminho profissional – no Desassossegada

 

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6- Escolha ser feliz no Uma jornada interior

 

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7- Problemas sem solução? – no Simples Propósito

Complexo de inferioridade

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Quem nunca se sentiu mal vendo as conquistas dos outros e a própria vida uma bagunça imensa, sem expectativa de melhoras? Eu já me senti assim por diversas vezes, especialmente na adolescência e na época da faculdade. Acho que faz parte a gente se comparar com os outros, ainda mais nessas épocas das nossas vidas em que estamos moldando a nossa personalidade, em que acreditamos em muitas coisas que depois descobrimos não ser exatamente aquilo que a gente imaginava.

Vou falar de mim: eu sempre, sempre tive esse sério problema em me sentir inferior aos outros. E isso vem lá da minha infância. Venho de família simples, sem muitas condições, mas nunca me faltou nada. Minha mãe teve uma infância muito difícil, pois precisou trabalhar bem novinha para ajudar a pagar as contas da casa da minha avó, já que eram 12 filhos. Ou seja: ela não foi criança, não pode brincar e se divertir. Precisou arcar com uma responsabilidade muito grande e sei que isso marcou muito ela.

Durante praticamente toda a minha infância, moramos numa casa que só tinha um quarto, uma cozinha e um banheiro. Minha mãe e meu pai sempre faziam o melhor que podiam pra mim e pra meu irmão e realmente nunca nos faltou nada. Tinhamos alimento, tínhamos casa, roupas e brinquedos, por isso não tenho nada do que reclamar. Porém, minha mãe sempre nos comparava com minhas outras amigas de escola (uma tinha loja, outra era filha de dono de supermercado…) dizia que eu não era como a fulana ou ciclana, que tinha condições de ter o que quisesse. Só que eu não me importava com isso, nunca me importei. Então, eu acabava me sentindo “menos” do que as minhas amigas por morar numa casa simples, por meu pai trabalhar na roça e minha mãe ser professora. Sentia por que isso foi plantado em mim, foi cultivado aqui dentro. Não culpo minha mãe pois ela fez o que pode apesar de todas as dificuldades e traumas que tinha vivido durante sua infância. Ela apenas estava repassando aquilo que tinha aprendido com a minha avó.

Cresci, milhares e milhares de vezes me comparando com outras pessoas. Sempre fui muito inteligente (aprendia com facilidade, ia bem na escola) tinha muitos amigos queridos, mas ainda assim me sentia menos do que os outros por não ter o que eles tinham ou poderiam ter. Agora, adulta, de vez em quando me pego também me comparando com outras pessoas, pensando no que pode haver de errado comigo, se não sou boa o suficiente. Perdi as contas de quantas coisas deixei de fazer por não me achar capaz e quantas vezes, em meio a pessoas que considerava “importantes” eu não me senti boa o bastante para estar ali.

Só que se tem uma coisa que aprendi depois, de sofrer bastante, é que culpar os outros pelo que me acontece não resolve em nada. Culpar minha mãe não vai mudar a minha vida, não vai  apagar as coisas que já aconteceram. O que eu posso fazer é, hoje, com consciência, agir para mudar essa situação. Mas como? Bom, primeiro é parar de me comparar com os outros. Hoje tenho consciência de que não da pra comparar duas coisas diferentes, duas pessoas que tem histórias e vivências completamente distintas. Gosto mais da palavra “inspirar”. Só que essa inspiração precisa de auto-análise pra que eu possa compreender como posso aplicar essa ideia/inspiração na minha realidade. Copiar simplesmente o que a outra pessoa faz não tem sentido se isso não se encaixa dentro da minha vida.

Todas as vezes que eu foco no outro, deixo de olhar pra mim mesma e ver todas as coisas que eu já conquistei. E isso não tem a ver só com coisas materiais não. Quando eu paro e olho vejo que consegui tanta coisa bacana em tantos sentidos! Gosto muito da ideia de usar o “caderno da gratidão”, como uma maneira de reconhecer as coisas boas que acontecem diariamente nas nossas vidas. Acho que isso ajuda a gente a focar mais nas coisas boas do que nas coisas ruins que nos acontecem. Tem dias que bate uma “bad”, em que me sinto mal, não me sinto capaz ou boa o suficiente. Mas aí quando eu analiso toda a minha trajetória, vejo que fui capaz de realizar muitas coisas legais tanto pra mim quanto em prol dos outros e aí o desanimo e a tristeza passam, e lembro que cada pessoa tem sua própria jornada e caminho. E isso me da mais animo pra mergulhar dentro de mim, de me redescobrir, de perdoar e deixar pra trás as coisas ruins que aconteceram e de assumir total responsabilidade pela minha vida hoje e pelas coisas que estão por vir, afinal, só vou colher aquilo que for plantado hoje.

Sempre que rolar esse “desconforto”, esse sentimento de inferioridade, de se sentir menos, pare e reflita sobre tudo o que você já fez, suas superações, conquistas use essas coisas boas e bons sentimentos para se impulsionar à conquistar tudo aquilo que você seja ter ou ser.

Links interessantes da semana #20

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1- Repensando a menstruação parte I e parte II  –  no Living Slow

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2- Preciso largar tudo para ser feliz? – no Desassossegada

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3- Dicas faceis para ser mais sustentável no dia a dia – no Plata o Pomo

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4- Sobre dinheiro e como economizá-lo – no Repete Roupa

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5- Viva como um viajante – no Simples Propósito

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6- O último abraço – no Simplicidade e Harmonia

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7-A vida não é linear no Uma jornada Interior

Bom final de semana pra vocês!

O que a gente leva dessa vida

Esses dias estava vendo umas fotos antigas e achei essa, da casa da minha avó:

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Essa é a última “versão” da cozinha antes do falecimento da vó, mas lembro que ela já foi de muitos outros jeitos. Antes tinha uma paredinha onde está essa mesa, que era a despensa de comida. Lembro certinho da luz que tinha dentro daquela salinha, das prateleiras… As paredes também já foram de muitas outras cores, os móveis também eram outros.

Vivi, pelo menos, 27 anos da minha vida nessa cozinha.  Muitas histórias aconteceram dentro dela. Muitos bons e maus momentos, brigas e reconciliações, reuniões da família, muita comida boa, prosa boa no fogão de lenha (que não apareceu na imagem). Se tem uma lembrança MUITO clara que tenho é a de sempre passar na casa da minha avó (que é do lado da minha) pra tomar a “bença” antes de ir pra aula e, nos dias frios, esquentar a mão no fogão de lenha. E a vó sempre se preocupava se a gente (os outros netos) tinha tomado café… Lembro também que minha escola sempre foi perto de casa e que, descendo o morro dava na casa da minha avó. Então, eu sempre via ela la na porta dessa cozinha olhando a “turma” descendo da escola.

Tava pensando sobre as coisas que a gente leva da nossa vida durante a nossa existência por aqui. As únicas coisas que seguem sempre conosco são as lembranças das experiências vividas, as emoções envolvidas, as pessoas, lugares… Claro que o dinheiro nos proporciona algumas, mas essas aí, da rotina, das pessoas que já se foram, não tem preço. Mas não tenho lembrança da roupa que usava nessa época, do sapato… Por isso que acho que sempre vale mais investir em experiências do que em coisas… pois o que ficará guardado com a gente são as recordações dos momentos vividos e não da quantidade de coisas que a gente teve ou tem.

Pensem nisso!

Links interessantes da semana #19

Oi!

Ando um pouco ausente do blog, eu sei. As duas últimas semanas foram bem agitadas por aqui com alguns projetos que venho me dedicado há um tempo criando forma, então, quase não tive tempo pra sentar, ler, escrever. E isso sempre faz falta. Escrever aqui ao mesmo tempo em que é uma forma de desabafar e organizar as ideias, é também uma maneira de registrar os aprendizados e mudanças que vem acontecendo em minha vida. Agora, felizmente o ritmo vai diminuir e conseguirei me dedicar a esse espaço que é tão especial pra mim.

Enquanto isso, vamos as leituras da semana?

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1-  A Vida é longa para quem consegue viver pequena felicidades – no Viver sem Pressa

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2- A lua minguante e a transformação pessoal – no blog da Camile

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3- Quando o minimalismo vira hábito no Minimalizo

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4- 5 atitudes para você desenvolver a fé em si mesmo e acreditar nos seus sonhos – no Desassossegada

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5- 5 habilidades que ajudam a economizar dinheiro (e tempo) – no Meu Diário Minimalista

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6- Reflexões sobre abrir mão no Repete Roupa

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7- Ser – no Uma Jornada Interior

Bom final de semana pra vocês!

Links interessantes da semana #18

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1- Necessidade de perdão para a limpeza da memória celular – no Semente das Estrelas

 

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2- É pra isso que você trabalha – no Simplicidade e Harmonia

 

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3- 3 pensamentos que vão te ajudar a desapegar – no Desassossegada

 

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4- 4 maneiras de viver mais devagar e aproveitar a vida – no A Simplista

 

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5- Está tudo certo no Lua Crescente

 

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6- Quando seu dinheiro acaba – no blog do Gustavo Tanaka

 

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7- Para de se lamentar – no Uma jornada Interior

 

Um ótimo final de semana pra vocês!